Bere’shit

27/10/2014 08:02

Aspectos da 1ª

O texto desta Parashá é:

Bere’shit, בראשית - (Gênesis  1:1 - 6:8) >> No inicio

 

 

 

 

 

Salmo 139

 Bereshit (בראשית)

    A parashá Bereshit ("No início", "no princípio") é a primeira porção da Torá e busca narrar a criação do mundo por D-us, assim como a origem de todas as coisas—dos animais, do primeiro homem (Adam ou Adão - cujo nome provêm de adama, "terra avermelhada") e sua mulher, assim como de sua descendência através de dez gerações. Mostra a corrupção do gênero humano (incluindo o primeiro assassinato) e o subseqüente castigo de D-us através do Dilúvio, do qual somente se salvaria Noach (Noé) e sua família.

Esta porção apresenta a origem do shabat (que seria o dia de descanso de D-us após a criação) e apresenta o primeiro mandamento positivo: "Crescei e frutificai".


 

 

 

Bere’shit

 

Toráh

Simples

               Simbólico          Moral  >>Crescei

                                 Secreto          >>Frutificai

 

As letras do Alfabeto Hebraico, 22 letras, associadas de várias formas, indicam as várias manifestações de DEUS – J H V H . A cabala decifrou o significado espiritual das três frases que aparecem no Livro do Êxodo (Capitulo 14, vers. 19, 20, 21).

Êxodo 14: 19 “Então o anjo do [verdadeiro] Deus, que ia na frente do acampamento de Israel, afastou-se e foi para a sua retaguarda e a coluna de nuvem afastou-se da sua vanguarda e pôs-se na retaguarda deles”.

Êxodo 14: 20 “Assim veio estar entre o acampamento dos egípcios e o acampamento de Israel. De um lado mostrou-se uma nuvem como escuridão. Do outro lado iluminava a noite. E este grupo não chegava perto daquele grupo durante toda a noite”.

Êxodo 14: 21 “Moisés estendeu então a mão sobre o mar e Jeová começou a fazer o mar retroceder por meio de um forte vento oriental, durante toda a noite, e a converter o leito do mar em solo seco, e as águas foram partidas.

Cada uma das frases, escritas em hebraico, contém 72 letras que revelam a combinação dos 72 Nomes Sagrados com os quais DEUS se manifesta. Esses nomes são ENERGIAS que regem as Leis da Natureza Manifestada, e são como canais que transmitem a combinação de Luz, Energia e Amor.

 


Esta formula é chamada “Os 72 Nomes de Deus”. Eles não são realmente nomes. Os 72 Nomes são as seqüências de 3 letras compostas de letras hebraicas que tem o poder extraordinário de superar as leis da natureza humana. Estas 72 seqüências estão na verdade codificadas na história da Bíblia que fala a respeito da separação do Mar Vermelho. Elas são como condutores que transmitem vários tipos de energia desde a Luz até o nosso corpo físico. Usando o poder dos 72 Nomes e superando suas naturezas reativas, Moisés e os compromissados com a torah, foram capazes de realizar o milagre do Mar vermelho.

 

As formas, sons, seqüências e vibrações dos 72 Nomes irradiam uma ampla gama de forças energéticas. Elas atuam como antenas que estimulam e liberam as formas da mesma energia invisível da Criação. A Luz que eles emitem purifica nossos corações. Sua influência espiritual limpa impulsos de nossas naturezas. Sua Energia Sagrada remove emoções arrebatadas e intolerantes, medo e ansiedade de nossos seres.

 

As letras hebraicas são instrumentos de poder. Cada letra individualmente representa uma energia específica . Cada som gerado pela vibração da pronúncia da letra representa uma força energética diferente. Além disso, a diferente combinação de letras cria diferentes tipos de energia, da mesma forma que diferentes combinações de notas musicais criam diferentes tons e melodias. Na verdade, a palavra hebraica “letra”, significa “pulsação ou vibração”, indicando um fluxo de energia. O alfabeto hebraico transcende religião, raça, geografia e o próprio conceito de linguagem. Essas letras antecederam todas as religiões; elas são formas universais, o alfabeto genético de todo o universo, para todas as pessoas, o tempo todo.

As três letras significam três Forças espirituais – uma carga positiva, uma carga negativa e um fio-terra – para criar um Circuito de Energia Espiritual… Cada seqüência de letras em particular, nos conecta a uma força específica. Ler, verbalizar, meditar ou simplesmente escanear visualmente essas letras e suas seqüências ajuda a ativar as várias forças espirituais a que cada uma delas está conectada, trazendo-as para dentro da nossa alma e do nosso ambiente. Interagir com essas 22 letras, nas mais variadas formas possíveis, nos dá uma conexão subconsciente mas direta com a nossa alma e com o mundo espiritual. As 22 letras do alfabeto hebraico são 22 forças energéticas que originaram toda a criação e se manifestam em nosso mundo como formas e vibrações que podemos visualizar e vocalizar. Em combinações diversas , essas letras formam o código genético cósmico, e nos conectam com diferentes tipos de energia.

Da mesma maneira que o formato de uma chave é o mecanismo através do qual conseguimos abrir uma porta, uma forma específica de uma letra hebraica é a chave para abrir a porta de nossa alma. Uma das maneiras mais poderosas para que aqueles que não são versados na pronuncia correta das letras hebraicas, possam capturar a energia das letras, é o contato visual, já que os olhos são as janelas da alma. Quando os olhos escaneiam uma única forma das letras hebraicas, uma ressonância é criada entre a Luz e a alma. Considere dois triângulos musicais. Bata num triângulo e a ressonância será criada entre os dois, em virtude de sua forma idêntica de construção. As ondas sonoras começam a transferir-se de um triângulo para o outro. Nossa alma e as forças contidas nas letras hebraicas são construídas do mesmo material – a Chama da Luz do Criador. Quando as duas estão em proximidade, conseguida pela visualização, meditação ou pronuncia das letras, uma ressonância é criada e a energia é transferida para a alma.

O Criador tem muitas forças diferentes de energia que podemos acessar. Cada força tem seu próprio e único e-mail. Cada um deles tem alguma coisa única a nos oferecer. Basta nos conectarmos com as letras. Colocando de outra maneira, podemos nos tornar geneticistas usando as 22 letras do DNA cósmico para fazer a reengenharia espiritual da nossa própria alma. As seqüências de letras conseguem estabelecer mudanças em nossos padrões mentais . Elas sondam o mais íntimo do nosso ser, nossos genes metafísicos, infundindo-nos de uma enorme força espiritual e emocional.

1) Quando foi perguntado - Façamos o homem conforme nossa imagem e semelhança? - Quem perguntou foi o primeiro atributo do Eterno para os 71 atributos restante. Logo, Yeshua/Jesus não estava presente, assim como  se fez também presente no inicio de toda a criação do universo era a torah e não a afirmativa de que Jesus /Yeshua estava presente >>Logo a idéia de um Deus Trino não existe

 

VEJAMOS AGORA O SIGNIFICADO E USO DE CADA Atributo DE DEUS:


Deus elevado e exaltado acima de todas as coisas.
Auxilia na realização de trabalhos difíceis, estimula o amor e concede sagacidade.
Na oposição: provoca violência e turbulência.
Planeta: Marte
Dias: 20/março – 01/junho – 13/agosto – 25/outubro – 06/janeiro
Hora: 00h às 00h20
Salmo: 3 – Versículo 5:
“Apenas elevei a voz para o Senhor, e ele me responde de sua montanha santa”.

 

Leitura da Torá: Bere’shit, בראשית   

No Princípio

 

A Parashat Bereshit, a primeira porção da Torá, começa com a criação do mundo por D'us em seis dias e Seu "descanso" no sétimo.

Tudo, desde a separação entre trevas e luz no primeiro dia, até a criação das esferas celestiais no quarto, culminando com a criação do homem - Adam (Adão) e da mulher - Chava (Eva) à imagem de D'us e sua colocação no Jardim do Éden no sexto dia, foi criado e arrumado em seu correto lugar nesta primeira semana. Os humanos recebem o domínio sobre o mundo inteiro com apenas uma restrição - abster-se de consumir o fruto da Árvore do Conhecimento.

Chava é tentada pela serpente a servir-se do fruto proibido, e oferece-o ao marido também. D'us reage punindo-os pela transgressão, e além disso são banidos do paraíso do Eden.

Após a expulsão, seus dois primeiros filhos, Cain (Caim) e Hevel (Abel) trazem cada um uma oferenda para o Criador. A oferenda superior de Hevel é aceita por D'us, enquanto que a de Cain, inferior, é rejeitada. Cain invejosamente reage matando seu irmão, e D'us o envia ao exílio, condenado a vagar pela face da terra. A Torá então fornece uma genealogia das primeiras dez gerações do mundo, começando com Adam, seu terceiro filho Shet, e chegando até o nascimento de Nôach (Noé) e seus três filhos.

Desgostoso com a perversidade do homem, a porção se encerra com D'us expressando Seu arrependimento por ter criado o mundo, e Sua decisão de destruir todos os seres viventes, com exceção do justo Nôach e sua família.

 

"Cain disse a seu irmão Hevel, e quando estavam no campo, Cain levantou-se contra seu irmão Hevel e matou-o".

Ao ler este versículo, surge uma dúvida imediata. A Torá escreve que "Cain disse a Hevel" - então parece haver uma lacuna bem evidente, uma pausa que nos intriga, porque a Torá não informa o que Cain falou.

Toda a congregação está sentada ouvindo atentamente a leitura da Torá, esperando pelo momento do clímax, quando ouvirão o que Cain tem a dizer, e então, como se uma linha inteira tivesse sido apagada, a narrativa salta para nos dizer que ele matou o irmão! Mas o que aconteceu? O que conversaram os dois que fez Cain reagir tão drasticamente?

        O Targum Yonatan menciona esta dúvida relatando uma discussão fascinante que ocorreu entre os dois irmãos, a qual levou diretamente ao assassinato. Cain reclamou a Hevel que não havia justiça e um juiz supremo neste mundo; não há Mundo Vindouro, e por isso os justos não serão recompensados e os perversos jamais serão castigados. Hevel discordou, e como resultado desta discussão, Cain decide matar seu irmão.

Entretanto, mesmo após ouvir a explicação desta conversa, a passagem ainda permanece obscura. Se estavam realmente discordando sobre um assunto tão fundamental, não teria sido informativo se a Torá nos relatasse isso de maneira direta?

Foi sugerido que a Torá omitisse qualquer menção explícita do assunto da discussão porque, na verdade, é totalmente insignificante para o desenrolar da história. Cain não tinha o direito de tirar a vida de seu irmão, e ponto final, não importa o quanto ele justificasse suas ações.

O fato de que ele tivesse uma suposta desculpa para seu comportamento (tinham opiniões conflitantes) era irrelevante, porque qualquer que fosse seu arrazoado, este permaneceu meramente uma racionalização formulada pela mente humana, para se permitir a busca de seus próprios desejos básicos.

Na verdade, Cain estava com inveja porque a oferenda de Hevel fora aceita por D'us, enquanto que a sua não, por isso desejou matar o irmão. Ele tinha apenas um problema - sua consciência. Mas não poderia simplesmente destruir sua própria carne. Precisava de uma desculpa, uma racionalização para sentir-se melhor a respeito daquilo que estava para fazer.

Por esta razão, provocou uma discussão; descobriu que seu irmão discordara, e usou isto como uma desculpa para o assassinato. Entretanto, como era meramente uma desculpa, a Torá considerou-a irrelevante, e por isso preferiu omiti-la da narrativa.

Quantas vezes inventamos desculpas para justificar nossas ações - fabricando racionalizações que, se apenas usássemos o tempo para analisá-las, veríamos que são totalmente infundadas? Somos realmente honestos com nossos amigos, nossa família, com o Criador, e com nós próprios, ou simplesmente procuramos as melhores desculpas a fim de satisfazer nossa consciência?

Ao começarmos este novo ano, reforcemos nosso compromisso de buscar a verdade e estejamos conscientes das perigosas racionalizações que inevitavelmente impedirão nossa busca por uma vida boa e com moral.

 

 

 

POUCOS SABEM COMO COMEÇOU. Ou O QUE HAVIA ANTES. 

 

    NÃo QUE ISSO importe, realmente. Porque não houve um antes. Aconteceu em um tempo em que o próprio tempo não existia, e a matéria não passava de um grão de energia, flutuando na sombra do espaço.Guerra. Luz e trevas. Lei e ordem. Claro e escuro. Bem e mal.

 

    Sobreveio a explosão. Indescritível. Inimaginável. Ensurdecedora. O universo se expandiu, lançando fragmentos na negritude, formando ondas de poeira cósmica,dando origem às dimensões paralelas. Mundos inteiros foram criados. Estrelas nasceram e morreram, nebulosas surgiram nos oceanos de plasma. Galáxias se condensaram.

 

    Por bilhões de anos, os alados vagaram sozinhos, intocáveis no santuário infinito. E, quando o sexto dia terminou, Deus estava orgulhoso de seu trabalho. De todas as maravilhas, a espécie humana foi a que ele mais adorou: sua criação podia aprender,evoluir e amar.

 

    Yahweh partiu para o descanso do sétimo dia e deixou aos cinco arcanjos a tarefa de comandar os celestes, reger o paraíso e servir à humanidade, sem interferir em seu curso. Mas, inflados de ciúme e  luxúria, os primogênitos invejaram a raça mortal. Miguel, o Príncipe dos Anjos, decidiu que os homens não eram herdeiros dignos de Deus e resolveu tomar a terra de assalto. Enviou assassinos, fomentou cataclismos, explodiu vulcões, provocou terremotos e congelou o planeta.

 

    O paraíso se dividiu. A primeira revolta foi esmagada, e os conspiradores, expulsos. A tensão entre os gigantes cresceu, culminando numa batalha devastadora, que secionou para sempre as hostes divinas. Lúcifer, o Arcanjo Sombrio, desafiou a autoridade do onipotente Miguel, atraindo um terço das legiões para sua causa.

 

Mas suas ambições eram igualmente malignas e, vencidos, os anjos caídos foram atirados ao inferno, onde aguardam o momento oportuno para completar sua vingança.

 

    Milênios mais tarde, os focos da rebelião, sufocados no princípio, se reacenderiam numa nova chama. O arcanjo Gabriel, servo mais leal do Príncipe Celeste, recebeu a missão de descer à Haled para planejar uma nova catástrofe. Mas, em seus corpos terrenos, os anjos são vulneráveis aos sentimentos carnais. Pela primeira vez, ele provou o calor da alma humana e entendeu o amor que sentia por Deus. Repudiou as ordens do irmão e assim começou uma nova guerra, a guerra civil, a eterna disputa pelo paraíso, que persiste até hoje.

 

    Reunidos no Primeiro Céu, Gabriel e os exércitos rebeldes iniciaram uma gigantesca campanha contra as forças legalistas,estacionadas na quinta camada. O Quarto Céu, Acheron,transformou-se numa violenta zona de combate, onde os querubins lutam dia e noite há mais de dois mil anos.

 

    Quando os revoltosos avançaram, derrubando fortalezas e ganhando posição, Miguel, temeroso de perder o trono, ordenou o Haniah, o Retorno, determinando que todos os seus aliados que atuavam ou estivessem no plano material regressassem imediatamente. Com o contingente inimigo aumentando, Gabriel

fez o mesmo, e a Haled foi abandonada. Os vórtices de acesso às dimensões superiores foram fechados, restando alguns poucos, guardados por poderosos vigias.

 

    A casta dos elohins, cuja natureza é viver entre os homens, obteve permissão especial para continuar no mundo físico, assim como outros desgarrados, que se recusaram a voltar. A única condição era que não interviessem no rumo da guerra e estivessem prontos para servir a seus arcanjos quando o dever os chamassen

 

    Enquanto o paraíso queima num embate de sangue e espadas, os dois lados estabeleceram um armistício na terra - uma trégua frágil e delicada, que pode desmoronar a qualquer instante.

 

    Isolada no Sexto Céu, a ordem dos malakins traçou suas previsões.

Aquela não seria mais uma guerra. Havia começado.

Era o princípio do fim.

 

 

A LINHA DO TEMPO

 

...* Protouniverso. Inexistência do tempo ou matéria. O Eterno, a Lei( A Toráh), e Tehom, o Caos, vagam pela sombra do espaço.

 

...O Eterno dá vida aos cinco arcanjos: Miguel, Lúcifer, Gabriel, Rafael e Uziel. Tehom cria seus monstros: Behemot, Leviatã, Tanin, Enuma, Taurt.

 

...Batalhas Primevas. O Eterno e seus generais angélicos derrotam Tehom, assumindo controle sobre as duas províncias.

 

Primeiro Dia

 

+- 15 bilhões de anos atrás. Início da criação. Surgem o tempo e a matéria.

 

Segundo Dia

 

+- 14 bilhões de anos atrás. Nascimento dos anjos. Big Bang. Criação da luz,

 

+-12 bilhões de anos atrás. A expansão da matéria cria "vincos cósmicos" no universo, dando origem às dimensões paralelas.

 

Terceiro Dia

 

+- 7 bilhões de anos atrás. Formação das estrelas e galáxias. A luz é separada da escuridão. Anjos e arcanjos estabelecem os Sete Céus como sua dimensão principal. O Eterno cria a Roda do Tempo e o Livro da Vida.

 

Quarto Dia

 

+- 6 bilhões de anos atrás. Sol, sistema solar e a terra.

 

QUINTO DIA

 

+- 4 bilhões de anos. Na terra, surgem as primeiras formas de vida materiais.

 

Sexto Dia

 

+- 400 milhões de anos atrás. Primeiros hominídeos.

 

+- 400.000 a.C. Surgimento do homem primitivo, os eridais, também chamados de primeira raça.

 

+- 320.000 a.C. Grande migração. Os eridais se dividem em dois grupos. Um permanece no Oriente Médio, o outro se desloca através do Mediterrâneo rumo à Europa Ocidental.

 

Sétimo Dia

 

+- 200.000 a.C. Os eridais evoluem em dois ramos: os homens(segunda raça) e os atlantes (terceira raça). Ambos pertencem à espécie Homo sapiens, dotados da terceira alma. O Eterno parte para o descanso. Despertar da consciência. Confecção do tecido da realidade.

+-180.000 a.C. Primeira era glacial.

+-150.000 a.C. Fundação da cidade de Atlântida. Ascensão dos altantes e supremacia do Mediterrâneo. Na Europa, Ásia e Oriente Médio, os homens migram das cavernas para palafitas e constroem pequenas aldeias.

100.000 a.C. Primeiro cataclismo. Terremotos dividem a terra. Atlântida se enfraquece.

50.000 a.C. Adão unifica as tribos do Oriente Próximo. Caim, seu filho, funda a cidade de Enoque. Segundo despertar - tecido da realidade engrossa.

40.000 a.C. Ascensão de Enoque. Extinção do homem de Neandertal e dos tigres-dentes-de-sabre.

38.000 a.C. Atlântida e Enoque entram em choque. Guerras Mediterrâneas.

35.000 a.C. a +- 25.000 a.C. Período das grandes catástrofes. Segundo cataclismo. Terra sofre com chuvas de meteoros,terremotos e vulcões. Arcanjos decidem enviar suas legiões para exterminar a raça humana. Reis de Enoque, com aço e magia, rechaçam ataque de anjos à cidade.

23.000 a.C. Início das Guerras Etéreas,

22.000 a.C. Apollyon, o Anjo Destruidor, e sua legião vencem e eliminam as serpentes de Kur.

18.000 a.C. Batalha de Shin-Tain. Celestiais são derrotados no Extremo Oriente.

12.000 a.C. Ablon, o Primeiro General, vence o deus Rahab, o Príncipe dos Mares, pondo fim às Guerras Etéreas. Construção da Fortaleza de Sion.

11.500 a.C. Dilúvio. Terceiro cataclismo. Destruição de Enoque e Atlântida. Orion retorna aos Sete Céus.

10.000 a.C. Civilização regressa à barbárie. Atlântida não deixa sobreviventes, Remanescentes dos homens de Enoque evoluem no chamado "homem moderno", o Homo sapiens sapiens, também conhecido como quarta raça. O ser humano se espalha pelo globo terrestre.

+- 4.000 a.C. Renascimento da civilização humana. Invenção da escrita. Fundação da Babel legendária. Gilgamesh na Suméria.Extinção dos mamutes.

+- 3.800 a.C. Revolta de Sodoma. Expurgo de Ablon e da Irmandade dos Renegados dos Sete Céus. Sodoma e Gomorra são destruídas. Zohar é devastada.

+- 3.500 a.C. Rebelião de Lúcifer. O Arcanjo Sombrio e suas hordas são expulsos do céu e condenados ao Sheol.

+- 3.000 a.C. A Irmandade dos Renegados deixa Enoque e se divide. Construção das grandes pirâmides do Egito. Terceiro despertar - alargamento do tecido da realidade.

+- 2.800 a.C. Anjo Negro encontra Ishtar. Os dois lutam sobre a montanha. Ablon destrói o morro e impede o assassinato de Ishtar,mas é soterrado.

2.414 a.C. Cush assume o trono da Babilônia legendária. Construção do zigurate de prata. Ablon desperta e escapa do soterramento. Nasce Zamir, o que engana.

2.354 a.C. Akto e Maya, pais de Shamira, fogem de Knossos, na Grécia, e se estabelecem na aldeia de En-Dor, em Canaã.

2.335 a.C. O rei Cush é capturado e morto. Nimrod assume o trono da Babilônia. Zamir encontra o avatar desacordado de Ishtar e o leva à cidade. Início da construção da Torre de Babel.

2.334-2.333 a.C. Shamira é levada à Babilônia. Queda de Babel.Destruição da torre. Ishtar morre.

2.332 a.C. Shamira começa seu treinamento com o mestre necromante Drakali-Toth, na cidade de Mênfis.

+ - 1.800 a.C. Ascensão da Babilônia histórica. Hamurabi.

+ - 1.500 a. C Nasce o Pai do Monoteísmos (Abraão)

- 1.313 a. C A Torah é entregue aos Homens...

 

...  hoje  ...

 

2064 d C Inicia o Oitavo dia

 




Sétimo dia 

Shabat  - O desfile dos anjos

No sétimo dia, D’us sentou-Se em Seu Trono e Ordenou a todos os anjos que marchassem a sua frente, num grande desfile.

Primeiro, o anjo a quem Ele tinha nomeado para se encarregar dos oceanos passou marchando feliz, seguido do anjo encarregado dos rios.

Depois, marchou o anjo nomeado para cuidar das montanhas; o anjo das águas profundas; o anjo da relva; o anjo do Guehinom (inferno); o anjo do Gan Eden (paraíso); o anjo dos insetos e répteis; o anjo dos animais selvagens; o anjo dos gafanhotos e, finalmente, o anjo encarregado de todos os outros anjos.

Todos os anjos dançaram em santidade e alegria. Encheram os céus com felicidade! Louvaram D’us e gritavam: "A glória de D’us durará para sempre!" Também cantavam: "Que D’us se regozije com a maravilhosa Criação que Ele fez!"

Então D’us acenou para o anjo encarregado do Shabat e sentou-o no trono de honra. Todos os anjos dançaram ao seu redor e cantaram, "Hoje é Shabat Côdesh, o santo Shabat para D’us!"

Depois que D’us criou Adão, Ele o ergueu e deixou-o ver como era grande a felicidade do Shabat no Céu. O dia do Shabat era como um grande siyum, uma festa de celebração, porque D’us havia terminado Sua obra. Quando Adão viu os anjos cantando e dançando, compreendeu como é santo o dia de Shabat e a felicidade que ele poderia trazer para as pessoas na Terra.

O Midrash explica:

Shabat recebe um sócio eterno

Depois que D’us fez o Shabat, o Shabat exclamou: "Estou tão triste e solitário. Sou o único dia que não tem sócio. Domingo vai junto com a Segunda; Terça é vizinha da Quarta; Quinta tem Sexta. Mas eu não tenho ninguém que esteja junto comigo, porque sou o último dia da semana!"

D’us respondeu: "Não se preocupe, Shabat. Um povo inteiro será seu amigo. O povo Compromissado com a Torá terá o privilégio de mantê–lo santificado. Por isso você, Shabat e o povo compromissado com a Torá irão sempre pertencer um ao outro!" 

O Midrash explica:

Todas as criações louvam D’us

Você sabia que todas as criações cantam louvores a D’us? Elas Lhe agradecem por tê-las feito tão perfeitas e porque Ele designou tarefas no mundo a cada uma. As árvores louvam a D’us com os graciosos movimentos do balanço de seus galhos. A água canta para Ele com o barulho das ondas e o poderoso rugir da rebentação. Os animais O louvam com seus variados chamados e sons. O Sol e a Lua O louvam com seu brilho sobre o mundo. Isto é o que diz o Passuk no Tehilim (capítulo 148): "Louvem D’us, da terra; as cobras grandes e todas as criaturas que vivem nas profundezas; fogo e granizo; neve e neblina; o vendaval que cumpre as ordens de D’us; montanhas e todos os morros; árvores frutíferas e todos os cedros; bestas selvagens e todo o gado; animais rastejantes e pássaros alados."

Mas quem deveria louvar D’us mais do que todos? 

Certamente nós, que devemos lembrar que tudo no mundo foi criado para a humanidade e que fomos criados para servir a D’us.

 

 

 

O castigo Divino

Quando eles ouviram a voz de D’us, ficaram muito assustados. D’us perguntou a Adão:
"Adão, você comeu da árvore proibida?"

Ao invés de responder, "Agi errado, e me arrependo sinceramente" Adão respondeu: "Isto foi culpa da mulher que me destes, D’us. Ela me deu dessa fruta. Ela me fez pecar!"

D’us se virou para Eva e disse:

"Como você pôde fazer uma coisa tão terrível? Você trouxe a morte sobre você e Adão!"

"Foi culpa da serpente," chorou Eva. "Ela me contou mentiras e discutiu comigo!"

"Não culpe aos outros ao invés de admitir a própria culpa," disse D’us. "Vocês são culpados e serão castigados. Quanto a você, serpente perversa, cortarei suas pernas para que tenha de rastejar sobre seu corpo. Você comerá pó por toda a vida e carregará veneno em sua boca. Todos os humanos serão seus inimigos. Se eles pecarem, você os morderá. Mas se eles seguirem os Meus mandamentos, eles conseguirão pisar sobre sua cabeça e matá-la."

2) Como se pode compreender Yeshua/Jesus nada tem haver com esse episódio


D’us amaldiçoou a serpente, fazendo os homens serem seus inimigos. Os homens pisarão em sua cabeça para esmagá-la. 

D’us disciplina Adão e Eva

D’us disse a Eva:

"Se você não tivesse pecado, você e Adão viveriam para sempre. Agora, vocês devem morrer! Além disso, Eva, você sofrerá dores quando der à luz a filhos e será difícil criá-los."

Disse D’us para Adão:

"Por não ter guardado Meu mandamento nem por uma hora, irei castigá-lo. Se não fosse pelo seu pecado, você poderia viver no Gan Eden para sempre. Agora terá de sair. No Gan Eden toda sua comida vinha pronta, agora você terá de semear, plantar, ceifar, colher e preparar seu alimento. Se você for mantido muito ocupado, terá menos tempo para pecar!"

Adão e Eva deixam o Paraíso

D’us conduziu Adão e Eva para fora do Gan Eden. Primeiro, D’us pôs Adão num lugar escuro da Terra chamado Êrets. Não havia luz alguma naquele lugar e Adão estava profundamente assustado. Tudo o que conseguia enxergar era a lâmina de uma espada girando a sua volta, sem parar. Adão fez Teshuvá. Estava arrependido por ter escutado a Eva.

Para se purificar, Adão imergiu nas águas do rio Guishom. D’us teve pena dele o e colocou num lugar melhor, chamado Adamá. Mais tarde, quando o filho de Adão, Shais nasceu, D’us colocou-o em Tevel, o melhor lugar do mundo.

A briga de Caim e Abel

Adão tinha dois filhos, Caim e Abel. Os dois eram diferentes. O filho mais velho, Caim, era orgulhoso e egoísta. Abel, porém, era humilde. Adão disse a seus filhos: "É conveniente que vocês ofereçam um sacrifício a D’us no altar (Mizbêach) que eu construí."

Caim era agricultor e colhia lindas frutas em toda as estações. Mas decidiu guardar as melhores para si. Caim comeu até que ficou satisfeito e então ofereceu para D’us as sobras. Ele nem mesmo ofereceu para D’us as frutas das árvores, mas apenas frutos da terra. O irmão mais novo, Abel, era pastor. Ele matava suas melhore e mais gordas ovelhas e colocava-as no altar.

D’us viu que Abel O honrava com o melhor que tinha, enquanto o orgulhoso Caim trazia um sacrifício miserável. E porque Ele estava satisfeito com o sacrifício de Abel, D’us mandou um fogo do Céu que devorou o sacrifício de Abel e não o de Caim.

Caim ficou com ciúmes e com vergonha, porque D’us aceitou o sacrifício do irmão mais novo e não o seu. D’us viu o embaraço de Caim e falou-lhe, encorajando-o.

"Você pode melhorar se quiser," disse Ele. "Você não trouxe um sacrifício digno, mas pode aprimorar-se no futuro e tornar-se maior do que seu irmão Abel."

Mas, ao invés de fazer Teshuvá, Caim não quis escutar.

Quando Caim e Abel estavam juntos no campo, Caim começou a discutir com o irmão.

"Não é justo," queixou-se ele. "D’us aceitou seu sacrifício e não aceitou o meu."

"D’us é sempre justo," respondeu Abel. "Ele aceitou a minha oferenda porque Ele gostou do modo como o ofereci. Ele recompensa os tsadikim e castiga os resha'im."

"Você está errado," respondeu Caim.

Enquanto continuavam discutindo, Caim ficou irado, ergueu uma pedra e acertou na cabeçade Abel, matando-o.

Como Abel era um tsadic, sua alma voou direto para o Gan Eden e D’us lhe deu as maiores recompensas.


Caim queimou o corpo de Abel; depois, pegou todas as ovelhas do irmão e trouxe-as para sua própria tenda. 

D’us perguntou a Caim:

"Onde está teu irmão Abel?"

"Eu guardo os campos", respondeu Caim, "devo guardar também meu irmão para saber onde ele está?"

Caim pensava que D’us sabia apenas o que se passava lá no alto e que não estava a par de tudo o que se passava na Terra. D’us falou:

"Eis que o sangue de seu irmão clama por Mim." 

"Como podes saber?", falou Caim.

"Tolo, Eu sei tudo," respondeu D’us, "e vou castigá-lo. De agora em diante, quando você cultivar a terra, ela só produzirá uma pequena quantidade de grãos. Além disso, não poderá viver em paz em um lugar fixo; irá perambular de um país a outro."

Quando Caim ouviu as palavras de D’us, admitiu:

"Realmente, pequei muito. Tenho medo que enquanto perambular pela terra sem abrigo os animais me matarão."

"Vou protegê-lo," assegurou D’us, pondo em sua testa Meu Nome. Quando os animais a virem, ficarão com medo e não o atacarão."

Os descendentes de Caim foram maus; não sobrou nenhum, todos morreram mais tarde no Mabul (Dilúvio).

Adão teve um terceiro filho, Shais, e dele descendeu o justo Noé.

 

 

 

– Seja forte e corajoso. O primeiro capítulo nos impressiona com o refrão que chama Josué a ser forte e corajoso, sempre confiando no Senhor que prometeu acompanhá-lo: “Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido” (Josué 1:7-8).


 

– Escolha seu senhor. O apelo final de Josué chamou o povo para servir ao Senhor e nunca voltar aos ídolos impotentes que seus antepassados serviam: “Porém, se vos parece mal servir ao SENHOR, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR” (Josué 24:15).

Hoje, precisamos ser fortes e corajosos, determinados a servir ao único e verdadeiro Senhor.Único Deus

 

  

613 preceitos da Torá

  

Eterno

Próximo (365) Negativos                                         Shabat (248) positivos

                    Não assassinato   e Prostituição                                Não  idolatria