Tefilin

08/07/2014 13:49

Tefilin

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
 

 

Torah2.jpg
Este artigo é parte da série sobre
religiosidade judaica
Nascimento

Brit milá | Zeved habat
Nome hebraico | Pidyon Haben

Maturidade

Upsherin | B'nai Mitzvá
Bençãos | 613 Mitzvot

Casamento

Shiduch | Nidá | Mikvá
Ketubá | Chupá
Tzeniut | Guet

Itens religiosos

Tzitzit | Talit | Tefilin | Quipá
Menorá | Peiot | Sidur
Mezuzá | Shofar

Morte

Chevra kadisha | Shivá
Kadish | Yizkor

Ver também
Série Judaísmo

Tefilin (em hebraico תפילין, com raiz na palavra tefilá, significando "prece") é o nome dado a duas caixinhas de couro, cada qual presa a uma tira de couro de animalkasher, dentro das quais está contido um pergaminho com os quatro trechos da Toráem que se baseia o uso dos filactérios (Shemá IsraelVehaiá Im ShamoaCadêsh LiVehayá Ki Yeviachá).

IDF soldier put on tefillin.jpg

Também é conhecido em português como filactério, vindo do termo gregophylaktérion, que significa basicamente "posto avançado", "fortificação" ou "protecção", o que explica a utilização destes objectos como protecção ou amuleto.

 

 

Conteúdo dos tefilim[editar | editar código-fonte]

Os tefilins contêm pergaminhos onde estão inscritos quatro trechos da Torá que enfatizam a recordação dos mandamentos e da obediência a Deus.

Essas porções do texto bíblico, conforme vertidos para português pela traduçãoAlmeida Corrigida Fiel, são alistados em seguida segundo a ordem em que surgem no conjunto dos textos sagrados:

  • Êxodo 13:1-10
"Então falou o Senhor a Moisés, dizendo: Santifica-me todo o primogênito, o que abrir toda a madre entre os filhos de Israel, de homens e de animais; porque meu é. E Moisés disse ao povo: Lembrai-vos deste mesmo dia, em que saístes do Egito, da casa da servidão; pois com mão forte o Senhor vos tirou daqui; portanto não comereis pão levedado. Hoje, no mês de Abibe, vós saís. E acontecerá que, quando o Senhor te houver introduzido na terra dos cananeus, e dos heteus, e dos amorreus, e dos heveus, e dos jebuseus, a qual jurou a teus pais que te daria, terra que mana leite e mel, guardarás este culto neste mês. Sete dias comerás pães ázimos, e ao sétimo dia haverá festa ao Senhor. Sete dias se comerá pães ázimos, e o levedado não se verá contigo, nem ainda fermento será visto em todos os teus termos. E naquele mesmo dia farás saber a teu filho, dizendo: Isto é pelo que o Senhor me tem feito, quando eu saí do Egito. E te será por sinal sobre tua mão e por lembrança entre teus olhos, para que a lei do Senhor esteja em tua boca; porquanto com mão forte o Senhor te tirou do Egito. Portanto tu guardarás este estatuto a seu tempo, de ano em ano."
  • Êxodo 13:11-16
"Também acontecerá que, quando o Senhor te houver introduzido na terra dos cananeus, como jurou a ti e a teus pais, quando ta houver dado, separarás para o Senhor tudo o que abrir a madre e todo o primogênito dos animais que tiveres; os machos serão do Senhor. Porém, todo o primogênito da jumenta resgatarás com um cordeiro; e se o não resgatares, cortar-lhe-ás a cabeça; mas todo o primogênito do homem, entre teus filhos, resgatarás. E quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que é isto? Dir-lhe-ás: O Senhor nos tirou com mão forte do Egito, da casa da servidão. Porque sucedeu que, endurecendo-se Faraó, para não nos deixar ir, o Senhor matou todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito do homem até o primogênito dos animais; por isso eu sacrifico ao Senhor todos os primogênitos, sendo machos; porém a todo o primogênito de meus filhos eu resgato. E será isso por sinal sobre tua mão, e por frontais entre os teus olhos; porque o Senhor, com mão forte, nos tirou do Egito."
  • Deuteronômio 6:4-9
"Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas."
  • Deuteronômio 11:13-21
"E será que, se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje vos ordeno, de amar ao Senhor vosso Deus, e de o servir de todo o vosso coração e de toda a vossa alma, então darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhais o vosso grão, e o vosso mosto e o vosso azeite. E darei erva no teu campo aos teus animais, e comerás, e fartar-te-ás. Guardai-vos, que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos inclineis perante eles; e a ira do Senhor se acenda contra vós, e feche ele os céus, e não haja água, e a terra não dê o seu fruto, e cedo pereçais da boa terra que o Senhor vos dá. Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, e atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por frontais entre os vossos olhos. E ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te; e escreve-as nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas; para que se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos na terra que o Senhor jurou a vossos pais dar-lhes, como os dias dos céus sobre a terra."

Estes trechos da Torá são conhecidos pelos judeus como Shemá Yisrael (o mais importante, e citado acima em terceiro lugar), Vehaiá Im ShamoaCadêsh Li e Vehayá Ki Yeviachá.

Utilização[editar | editar código-fonte]

judaísmo ensina através de sua tradição preservada hereditariamente que além dos mandamentos da Torá, Moshê também recebeu através da Torá Oral os procedimentos de como confeccionar os tefilin, que teriam sido transmitidos de geração em geração até serem escritos na Mishná, no Talmud e no Shulkhan Arukh.

Os rabinos defendem que os tefilin sejam colocados diariamente pelas manhãs com a prece matinal ou pelo menos até o pôr-do-sol recitando-se o Shemá. Os tefilin somente não são utilizados em Shabat, Yom Tov e Chol Hamoêd. A partir dos 13 anos de idade, com o Bar mitsvá um menino passa a usar os tefilin.

Em seu método de utilização coloca-se uma caixinha no braço esquerdo para que fique próxima do coração (shel yad) e enrola-se uma das tiras na mão esquerda, e a outra caixinha na testa, entre os olhos, como frontal (shel rosh).

A respeito da prática de usar tais caixinhas, ou filactérios, The Jewish Encyclopedia (A Enciclopédia Judaica, 1976, Vol. X, página 21) observa:

"As leis que governavam o uso de filactérios foram tiradas pelos Rabinos de quatro trechos bíblicos. Ao passo que esses trechos foram interpretados literalmente pela maioria dos comentaristas, [...] os Rabinos sustentavam que somente a lei geral foi expressa na Bíblia, a sua aplicação e elaboração sendo assuntos inteiramente da alçada da tradição e da dedução."

De acordo com o Shulkhan Arukh, no momento de colocar tefilin é considerado como se o judeu cumprisse toda a Torá. Talmud Rosh Hashaná 17a menciona que aquele que nunca colocou tefilin comete uma falha muito grave. Os sábios judeus consideram que ao usar tefilin, todos os povos temerão Israel. Esta ênfase foi dada, por exemplo, pelo Rebe deChabad em 1967 que pouco antes da Guerra dos Seis Dias proclamou que Israel estava em grande perigo e incentivou uma campanha pelo uso dos tefilins. A surpreendente e rápida vitória de Israel nesta guerra foi atribuída pelo Rebe ao grande número de pessoas que aderiram a campanha.

A recomendação é que tefilins sejam adquiridos apenas de pessoas confiáveis e que sejam verificados de ano em ano por um sofêr.

Bar / Bat Mitsvá:
Inicialmente é importante ressaltar que o menino ou a menina não fazem Bar/Bat Mitsvá e sim se tornam Bar/Bat Mitsvá. Assim, a partir do momento em que o menino completa 13 anos (segundo o calendário judaico) e a menina completa 12 anos (segundo calendário judaico), eles se tornam respectivamente Bar e Bat Mitsvá, que significam Filho ou Filha do Mandamento. Bar e Bat Mitsvá marcam a passagem da infância para a idade adulta, em termos religiosos. É quando os jovens passam a ser responsáveis por sua conduta moral e devoção. Passam a contar no minian (quorum de 10 pessoas exigido para realização de qualquer ato religioso de caráter público), como um dos três judeus necessários para a recitação do Birkat Hamazon (bênção após as refeições) e a ser responsáveis pelo cumprimento das Mitsvot, entre elas, usar Talit, colocar Tefilin diariamente e jejuar em Iom Kipur.
Coletivamente, cada jovem que se torna Bar/Bat Mitsvá representa uma reafirmação dos valores e tradições judaicas, sobre os quais repousa o futuro do nosso povo.
Este status legal e religioso é reconhecido publicamente através da cerimônia de Bar Mitsvá, que é realizada geralmente, (mas não necessariamente) no primeiro Shabat após o 13º aniversário do menino pelo calendário judaico. Nesta ocasião, o jovem é chamado pela primeira vez para ler um trecho da Torá e/ou recitar as bênçãos antes e depois de sua leitura.
Durante os meses que antecedem essa data importante, o jovem estuda as noções fundamentais da história e das tradições judaicas, as orações, costumes do povo, e os princípios que regem a fé judaica. Aprende também a colocar Tefilin (meninos) e o trecho semanal da Torá relativo ao dia da cerimônia.
A celebração do Bar Mitsvá, para os meninos, inicia-se com a colocação dos Tefilin em cerimônia pública na sinagoga. No sábado seguinte, o Bar/Bat Mitsvá é chamado/a pela primeira vez para a leitura de um trecho da Torá (Parashá) e/ou dos Neviim (Haftará).
A leitura da Haftará tem origem na época do Rei Antíoco (século II A.E.C), que proibiu a leitura da Torá mas não do livro dos profetas, que eram considerados seculares. O povo judeu começou a estudar o livro de Neviim ao invés da Torá. Mesmo depois da proibição ter sido extinta, a leitura deste livro foi mantida.
Não existe nenhuma referência bíblica associando a idade de treze anos à maturidade religiosa. Entretanto, o Talmud menciona que “até o décimo terceiro ano, o pai tem responsabilidade pelo seu filho”. Diz ainda: “se tem 12 anos e 1 dia, os votos por ela proferidos têm valor, se tem 13 anos e 1 dia, os votos por ele proferidos têm valor” (Nedarim 5:6). Além disso, a Ética dos Pais (Pirkei Avot) afirma que aos 13 anos o jovem é responsável pelo cumprimento dos mandamentos da fé judaica (“Aos cinco anos, à Torá; aos dez, à mishná; e aos treze, aos mandamentos.” – Avot 5, 26).
O costume do Bar Mitsvá da forma como nós conhecemos hoje é relativamente moderno. Nem a Bíblia nem o Talmud mencionam tal cerimônia. A primeira referência escrita sobre a sua celebração encontra-se no Shulchan Aruch, código religioso redigido no século XVI.
Esta cerimônia foi instituída na Idade Média, e representa o reconhecimento público, uma oportunidade que o jovem tem de cumprir publicamente uma Mitsvá. Ela pode ser realizada em qualquer dia em que haja leitura da Torá, ou seja, às segundas-feiras, às quintas-feiras, aos sábados pela manhã e pela tarde, em Rosh Chodesh e em festas.
Já a cerimônia de Bat Mitsvá é bem mais recente e é celebrada pelas comunidades reformistas e conservadoras desde o início do século XX. Em 1982 ela foi oficialmente declarada legítima e válida pelo rabino Chefe Sefaradi de Israel, Ovadia Yossef.
A primeira cerimônia de Bat Mitsvá foi realizada em1922, nos Estados Unidos, por Judith Kaplan, filha do Rabino Mordechai Kaplan.
O Bat Mitsvá corresponde à maturidade religiosa alcançada pela menina judia aos 12 anos. A preparação é semelhante à dos meninos. No judaísmo ortodoxo, as mulheres são dispensadas dos estudos religiosos e estão sujeitas a um número bem menor de mandamentos que os homens.
Ao tornar-se Bat Mitsvá, a menina ingressa na comunidade judaica adulta, assumindo formalmente sua responsabilidade religiosa perante seu povo.
O costume de dar festa após o/a menino(a) tornar-se Bar/Bat Mitsvá surgiu na Idade Média, quando se fazia uma Seudat Mitsvá (refeição festiva comemorando o cumprimento de um preceito sagrado). Naquela época, com receio de que o luxo excessivo pudesse deturpar o verdadeiro sentido da festa, algumas autoridades estabeleceram regras limitando o número de convidados e exigindo certo grau de sobriedade. Atualmente, a tradição de celebrar o Bar/Bat Mitsvá está se convertendo em festas com muito luxo e ostentação, o que não está de acordo com o espírito da lei judaica. Em diversos locais do mundo, a família doa o correspondente a 10% dos gastos com a festa para alguma instituição beneficente.

História e Tradição
OBS: não deixem de ler, é muito interessante e bonito!

Ao completar 13 anos, o jovem atinge a maioridade religiosa judaica. Para marcar esta passagem, é celebrado o Bar-Mitzvá, uma cerimônia que ressalta a importância de cada um dos judeus na corrente ancestral do judaísmo. É nessa data que o jovem, pela primeira vez, coloca os Tefilin e é chamado para ler na Torá.
 
 
O judaísmo considera o jovem de 13 anos maduro o suficiente para ser responsável por seus atos. Na Torá, Livro do Gênese, há um verso que indica que é a partir desta idade que um menino se torna homem. Referindo-se a dois filhos do patriarca Jacob, Shimon e Levi, narra o texto da Torá: "Cada um dos homens pegou sua espada...". Na época em que ocorreu esse episódio, Levi tinha 13 anos de idade. Ele foi a pessoa mais jovem a quem a Torá se referiu como "homem", revelando assim que aos treze anos é a idade em que um judeu assume a maioridade religiosa. De acordo com o Talmud, um menino torna-se adulto com 13 anos e 1 dia, independentemente do fato de ter ou não atingido a puberdade. Como as meninas amadurecem mais cedo, o Bat-Mitzvá, celebração de sua maioridade religiosa, é comemorado aos 12 anos. 
 
 
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O Código de Lei Judaica ensina que, a partir dessa data, os jovens passam a ser totalmente responsáveis pelo cumprimento dos Mandamentos Divinos, as mitzvot, não mais os cumprindo apenas porque assim seus pais lhe ensinaram. Seu pai, portanto, deixa de ser responsável pelos seus atos, como está prescrito no Shulchan Aruch HaRav. 
 
 
Em hebraico, Bar-Mitzvá e Bat-Mitzvá, significam literalmente "filho ou filha do mandamento". A própria palavra revela a importância espiritual da data, quando a ligação de um jovem com o judaísmo se torna imutável. O judeu, em sua essência, é filho da mitzvá, ou seja, da Palavra e Vontade Divina transmitidas a nosso povo por D'us. Foi naquele momento, ao pé do Monte Sinai, que a ligação espiritual entre o D´us e o povo de Israel se tornou eterna. Façamos aqui um paralelo com a relação entre filho e pai. O filho pode até se afastar de seu pai, mas ele sempre continuará a ser seu filho. Da mesma forma, um judeu, ao longo de sua vida, ainda que se afaste de suas raízes, o vínculo de sua alma com D'us e com o judaísmo é eterno.
 
Ensina a Cabalá que no dia de seu Bar ou Bat-Mitzvá, todos os judeus recebem uma alma adicional, cujo único desejo é fazer o bem, apegar-se a D'us e cumprir Seus mandamentos. Esta nova alma é diferente da alma de uma criança, cujos desejos são quase inteiramente materiais.
 
 
A cerimônia do Bar-Mitzvá

OBS: como vocês verão nos vídeos ilustrativos que tirei do youtube, as festas de Bar-Mitzvá são verdadeiros "casamentos": decorações suntuosas, retrospectivas da vida da família, muita dança, fotos, música, luxo e muita, muita ALEGRIA!
 
 
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As leis que regulam o Bar-Mitzvá foram passadas por D'us a Moisés e, com o decorrer do tempo, várias tradições surgiram no seio das diferentes comunidades espalhadas pelo mundo. 


 
 
O Bar-Mitzvá costuma ser comemorado na sinagoga, na segunda ou quinta-feira mais próxima da data do aniversário do jovem segundo o calendário judaico. Diante da comunidade, durante as preces da manhã, o menino lê o primeiro segmento da Perashá - a Porção Semanal da Torá - que será lida, por inteiro, no Shabat seguinte.


 
 
A leitura da Torá é elemento fundamental da cerimônia, já que receber uma aliá - ou seja, ser chamado a ler a Torá - é uma dádiva espiritual que só pode ser dada a um judeu que já tenha completado 13 anos de idade. 

 
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OBS: Durante a xplicação do Bar-Mitzvá, achei alguns vídeos no youtube que demonstram bem como são comemorações alegres, com jovens com tamanho brilho no olhar, assim como se fosse o os 15 anos dos católicos e demais, porém o significado do Bar-Mitzvá vai muito além!






Os vídeos demonstram que as comemorações são verdadeiras FESTAS dignas das mais belas decorações, retrospectivas das famílias, trajes elegantes e muita, muita alegria!
Na tradição sefaradita, a cerimônia do Bar-Mitzvá tem início com a colocação de um novo talit - O xale ritual sagrado que envolve os homens durante as rezas - sobre o qual o jovem recita bênçãos que são seguidas pelo shecheheianu - a berachá tradicional de agradecimento a D´us por nos ter dado o privilégio de estar vivenciando tal data.



 
A partir do Bar-Mitzvá, os sefaraditas sempre usam o talit durante as rezas da manhã. Em algumas comunidades asquenazitas, os homens judeus passam a rezar com o talit apenas após se casarem.
 
 
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A cerimônia do Bar-Mitzvá continua com a colocação dos Tefilin - os filactérios de couro. O mandamento do Tefilin, um dos mais importantes da Torá, constitui um elemento fundamental do Bar-Mitzvá, pois, com raras exceções, os Tefilin só são usados depois que o jovem completa 13 anos de idade. A partir do Bar-Mitzvá serão colocados todos os dias, à exceção de Shabat e dos Chaguim, os dias das Festas. Os Tefilin ligam os judeus a D´us, além de proteger e abençoar aquele que os portam. São o próprio símbolo do Bar-Mitzvá e de tudo que essa data religiosa implica. Os Tefilin são colocados no braço, junto ao coração, e sobre a cabeça, simbolizando a razão. A tira de couro que amarra o braço é passada sete vezes em torno deste. Na cerimônia do Bar-Mitzvá, costuma-se dar aos avós o cavod, isto é, a honra, de darem as primeiras voltas em torno do braço seguidas de outros familiares ou convidados que mereçam tal honraria.



 
 
Entre os sefaradim as mulheres costumam jogar confeitos de amêndoas sobre o jovem Bar-Mitzvá quando ele acaba de ler a Torá, pela primeira vez, para lhe trazer boa sorte. Ao terminar a leitura, o jovem é saudado pelos presentes com os votos de Besiman Tov, como um bom augúrio, significando o desejo de que aquela aliá seja um presságio para futuras bênçãos e alegrias em sua vida. Algumas comunidades também abençoam o jovem com as seguintes palavras: "Que tenhamos a graça de o ver sob a chupá, o pálio nupcial, com seu pai e sua mãe e com todos seus familiares, em boa saúde".
 
Após a leitura da Torá, existe o hábito do jovem pronunciar um discurso para mostrar a sua sensibilidade em entender os comentários dos Textos sagrados, afirmar seu compromisso com o judaísmo e assumir seu lugar na comunidade.




 
 
A cerimônia do Bar-Mitzvá continua no Shabat. Em algumas comunidades, o jovem conduz as orações de Shabat na sinagoga. O essencial, porém, é que ele seja novamente chamado para ler a Torá e, logo após, a Haftará, que é um trecho tirado dos Livros dos Profetas, relacionado ao assunto da Perashá da semana.
 
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É importante ressaltar que, aos 13 anos de idade, um jovem se torna Bar-Mitzvá ainda que não seja celebrada a cerimônia. A razão para tal é que todo judeu, nessa idade, se torna "filho da mitzvá" - isto é, responsabiliza-se pelo cumprimento da Lei Judaica. A cerimônia tem grande valor espiritual, mas ela por si só não define a maioridade religiosa. Muitos judeus que não tiveram a oportunidade de celebrar o Bar-Mitzvá aos 13 anos de idade - ou, no caso das meninas, seu Bat-Mitzvá, aos 12 - fizeram-no mais tarde, em fase posterior de sua vida. Como um exemplo de que o vínculo de um judeu com D'us e Seus Mandamentos é eterno, o famoso ator judeu Kirk Douglas celebrou seu Bar-Mitzvá pela segunda vez, aos 83 anos de idade, como uma demonstração de seu retorno à prática do judaísmo.
 
A importância do Bar-Mitzvá 
 
 
 
A transição mais importante na vida de um judeu, além do casamento, é seu Bar-Mitzvá. O dia do Bar-Mitzvá, data hebraica do 13º aniversário do jovem, é o momento no qual ele se torna um emissário de D'us, comprometido com o cumprimento dos Mandamentos Divinos, as mitzvot (Mishná - Avot, 5.21). A palavra mitzvá possui mais um significado, além do termo mandamento - "conexão". Tal sentido implica que no dia de seu Bar-Mitzvá é estabelecida uma verdadeira conexão entre o jovem judeu e o Todo-Poderoso.
 
O número 13 é numericamente equivalente à palavra "echad", cuja tradução é "um". Esta unidade é demonstrada pelo fato de que após o seu Bar-Mitzvá o menino já pode ser contado como um membro do minián, o quorum mínimo de dez homens necessário para a realização das orações em grupo.
 
Como vimos, o dia do Bar-Mitzvá marca uma mudança na maneira de aprender e colocar em prática os mandamentos. Como recompensa divina por seu cumprimento, o jovem é abençoado com novas forças físicas e espirituais. Nessa data, ele recebe um novo mazal, uma nova força espiritual que, quando corretamente canalizada, lhe trará grandes bênçãos e lhe permitirá realizar grandes atos.
 
 
Alguns jovens "acordam" diferentes na manhã de seu Bar-Mitzvá. Olham-se no espelho, à procura de algum sinal novo de barba em seu rosto imberbe ou alguma outra mudança em sua fisiologia. É possível que leve mais alguns meses para que haja alguma mudança visível. O que ocorre é mais sutil, é um outro tipo de maturidade. Pois, segundo nossos textos místicos, é a partir do Bar-Mitzvá que um jovem passa a se deparar com um lado mais profundo de sua personalidade, até então desconhecido.
 
Após o Bar e Bat-Mitzvá, os jovens entram na adolescência, a época dos conflitos. Mas, também, é quando, os jovens vão tendo percepção de outras realidades - a voz da alma começa a se manifestar enquanto desponta diante deles o mundo espiritual. 
 
 
É quando se inicia a busca por um significado maior na vida e por uma conexão entre os seus diversos aspectos. É quando o jovem se defronta com a sua própria personalidade em uma dimensão sobre a qual jamais pensara. É justamente essa percepção que faz do jovem um ser "adulto" responsável e capaz de conviver harmoniosamente em um mundo complexo e conflitante, cumprindo sua missão de acordo com o pacto assumido por nosso povo com D'us.
 
 
Bibliografia
 
The Encyclopedia of Judaism, Geoffrey Wigoder
Entering Adulthood - the Bar and Bat-Mitzvah, Aron Moss
The Significance of a Bar-Mitzvah, Rabbi Nissan Dovid Dubov
A Treasury of Sephardic Laws and Customs, Rabbi Herbert C. Dobrinsky
 
Um garnde beijo e até a próxima,

Amandica Accioli Salusse
www.twitter.com/Amandica_Indica
 

Bar Mitzvá

Bar Mitzá

Cerimônia judaica que insere o jovem judeu aos 13 anos como membro maduro perante a comunidade. Não é uma festa de aniversário, mas uma bonita cerimônia onde se faz a leitura do Torah e lhe é desejado boa sorte em ritual denominado “mazal-tov”. Nesta cerimônia é recomendável que o rapaz esteja vestindo um terno de cor escura, com camisa social e gravata, além do kipar na cabeça. Depois desta cerimônia costuma-se fazer uma festa para comemorar o aniversário em algum outro local especial onde os convidados devem seguir o protocolo de vestuário que está escrito no convite. Se for “traje social” vá de terno de cor escura ou se for “esporte fino” apenas um blazer. Caso no convite esteja escrito “traje a rigor” o smoking é obrigatório.



O Bar Mitzvah é uma festa cheia de significados. Típico da tradição judaica, assim que o jovem completa 13 anos, ele é responsável pelos atos que faz. Ele atinge a maioridade e isso é motivo de orgulho para a família. "É uma festa lindíssima. A família, os amigos e outros parentes do menino comparecem a esse evento, que é uma espécie de transição, ou seja, o rapaz está tornando-se um homem com direitos e deveres", conta Alexandre Distefano, promoter de eventos.

A organização de um Bar Mitzvah requer riqueza nos detalhes. "Cada família define o perfil de festa que quer, principalmente quanto à decoração. Mas posso dizer que esse evento é uma celebração única. Eles se preparam durante um ano para esse dia", explica Alexandre.

São três dias de festa. A primeira cerimônia é o Tefillin. Acontece numa quinta-feira e começa ao nascer do Sol, com um café da manhã, e o menino reúne a família e os amigos mais próximos para confraternizar. O segundo evento é Shabbat, onde há uma comemoração e uma reza comum a todos os participantes da comunidade para receberem o dia de sábado. E o terceiro e último dia é o Bar Mitzvah, que acontece no sábado pela manhã e é onde o jovem faz, pela primeira vez, a leitura da Torá, o livro sagrado judaico. Dura, em média, quatro horas.

As pessoas que participam da cerimônia fazem o Mazal Tov, que é o cumprimento de boa sorte ao menino. Para alegrar o ambiente, músicas judaicas para cumprir a tradição; depois, a festa segue mais descontraída, com MPB e outros ritmos escolhidos.

Em relação à comida, os participantes optam por pratos que tenham massa e peixes; nas bebidas, destaque para champagne e vinho tinto. Outra opção é o serviço de bartender sem bebida alcóolica. Quanto aos presentes, o jovem recebe valor em dinheiro e também "objetos de valor inestimável", lembra Alexandre. "As jóias dominam os presentes", acrescenta.

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Organizar uma festa pode ser uma tarefa fácil para alguns, mas para outros pode ser uma missão quase impossível, já que envolve muitos detalhes: comida, decoração, número de convidados... Mas se você vai organizar um evento, e não sabe por onde começar, vamos te dar algumas dicas importantes!

Antes de qualquer coisa, você precisa saber: quantas pessoas vão participar? Qual é a idade desses convidados? A partir destas informações vamos colocar a mão na massa e começar a produção da nossa festa! 

:: Comidas
Dica 1:
 Considere o tempo que a festa irá durar. Se os seus cálculos ultrapassarem 5h, saiba que as pessoas irão comer e beber bem mais do que uma cerimônia rápida. 

Dica 2: Confira a faixa etária dos convidados. Quanto mais jovens, maior será o consumo de comida. O mesmo vale para os homens, que acabam comendo bem mais do que as mulheres. 

Canapés e Salgadinhos: Escolha pelo menos cinco opções e dê preferência aos patês e canapés de carpaccio ou salmão, que são leves e não têm quase nada de gordura. De 10 a 12 unidades por pessoa está de bom tamanho. 

Entradas e Pratos Quentes: A conta é "um por um", ou seja, o número de convidados multiplicado pelo de pratos. Não dá para fazer mágica ou tentar adivinhar se todos vão querer ou não todas as sugestões. Sem exageros, a melhor combinação ainda é: entrada + massa + carne. 

Queijos: Queijos e frios 150g por pessoa e 50g por pessoa de pão.

Churrasco: 300 gramas de carne por pessoa, 300g de frutas/legumes/verduras por pessoa, 100g de farofa por pessoa; 1 pacote de carvão a cada 10 kg de carne.

Pedaço de pizza: (estilo buffet de pizza, o pedaço é bem menor, como se fosse 1/3 do tamanho de um pedaço da pizza família): 8 pedaços de pizza salgada e 3 pedaços de pizza doce por pessoa. 

Almoço ou jantar: 50g de arroz cru por pessoa (o arroz aumenta bastante); 300g de carnes/peixe/frango por pessoa; 150g de frutas/legumes/verduras por pessoa.

::Doce

Doces:
 Escolha entre 4 a 8 tipos. Geralmente cada pessoa come de 3 a 12 unidades. 

Bem Casados: A teoria é "um para cada um”, mas todos sabemos que na prática o ideal é ter 2 ou 3 bem casados para cada convidado, evitando assim uma situação desagradável de faltar.

Bolo: Calcule 100g por pessoa, mas apenas para 40% da sua lista de convidados, pois com tantas opções de doces, o bolo pode ser desperdiçado. 

::Pratos, copos e guardanapos

Pratinho e garfo descartável (para bolo): 2 por pessoa

Copo descartável: 5 por pessoa

Guardanapo: 50 unidades a cada 10 pessoas

:: Lembrancinha

Elas são entregues somente para as mulheres, que em média representam 60% dos convidados.

:: Bebidas 

Dica 1: Em primeiro lugar é preciso analisar uma série de variáveis importante sobre a festa, como o tempo de duração da festa. Uma festa longa com certeza irá consumir mais bebidas. Também é preciso definir se será um coquetel, almoço ou jantar. 

Dica 2: A faixa etária dos convidados também é importante, normalmente os jovens bebem mais que os mais velhos e as crianças bebem a metade dos adultos. 

Dica 3: Quando será a festa? Inverno, verão? Os tipos de bebidas variam, no verão o consumo de água, refrigerantes e cerveja aumenta, e no inverno o vinho é mais consumido.

Não Esqueça: O mais importante aqui é a qualidade, afinal, nada mais chato do que acordar com ressaca na manhã seguinte porque a bebida era da pior qualidade.

Refrigerante: 400ml por pessoa se também servir outras bebidas e 600ml por pessoa se servir apenas refrigerantes e água. 

Água Mineral: 200ml por pessoa. Lembre-se: muitas pessoas não bebem refrigerantes ou apenas diet. Por isso é importante colocar à disposição dos convidados refrigerantes diet, água tônica e água com gás para quem não toma bebidas alcoólicas. 

Vinho tinto: 1 garrafa de para cada 3 ou 4 pessoas durante um almoço ou jantar e 1 garrafa de vinho para cada 2 pessoas em um coquetel. 

Champagne: 1 garrafa para cada 2 pessoas em uma festa "bolo-com-champagne", onde o champanhe será servido do começo ao fim da festa e 1 garrafa de champanhe para cada 8 pessoas na hora do brinde. 

Uísque: 1 garrafa de 750ml para 6 pessoas 

Cerveja: 2 garrafas por pessoa (se não tiver outras bebidas) ou 1 garrafa de cerveja para cada 4 convidados se houver também vinho tinto e branco.

Garçons: calcule 1 garçom para cada 15 convidados em coquetéis e 1 garçom para cada 12 convidados em jantares onde os convidados ficam sentados. 

:: Como escolher o local 
Sabemos que existem muitas alternativas de chácaras e salões de festas para locação para todo o tipo de evento. São inúmeras opções que variam de acordo com a quantidade de pessoas, idade, tipo de festa e a quantia que pretende gastar, já que cada tipo de evento exige uma série de características relacionadas ao próprio evento. A seguir algumas dicas importantes para fazer a escolha certa:

- Não deixe a escolha do salão de festa para última hora!Nos períodos de alta temporada e feriados, as melhores chácaras costumam ser alugadas com até seis meses de antecedência. Antecipe a sua reserva e garanta a escolha das melhores opções. 

Localização: Pergunte ao proprietário sobre a localização, inclusive as condições de acesso ao local (estradas), pontos para referência e infra-estrutura da região, como padarias, mercados, farmácias, bem como as condições de segurança. Agende sempre uma visita! 

- Para quantas pessoas? Respeite o número de pessoas no ato da locação. É comum ficar uma lista na portaria com o nome e o número da identidade das pessoas que irão ocupar o imóvel alugado. Visitantes excedentes muitas vezes são barrados já na entrada. 

Contrato, proteção para as duas partes: Mesmo se tratando geralmente de períodos curtos, é comum elaborar um “Contrato de Aluguel” e “Laudo de Vistoria”, que detalhe tudo o que foi tratado verbalmente ou por e-mail durante a reserva do imóvel. Embora o ideal seja um contrato detalhado, na grande maioria dos casos costumam ser utilizados, com eficiência, documentos mais simples, nos quais devem constar pelo menos as datas de início e término da locação, o preço, o local do imóvel e a descrição dos bens que o guarnecem. 

- Permite animais? Pensa em levar seu cão ou gato? Verifique antes se é permitido levar animais de estimação. 

- Segurança no seu evento: independente do estilo da comemoração, a contratação de segurança para festas é uma alternativa segura e que demonstra preocupação dos anfitriões em relação aos convidados. Inclusive, o valet park também garante mais conforto, porque ninguém precisará se preocupar em estacionar seu automóvel e ainda curtir com calma a festa. Outro detalhe é que seguranças de ambos os sexos é o mais indicado, pois a ala feminina será revistada por mulheres e a ala masculina por homens. A dica é contratar um segurança para cada 50 convidados. 

Monitores para festas infantis: uma festa infantil deve ter normalmente os brinquedos e ainda as atividades com uma equipe de recreadores. O ideal é calcular um recreador a cada 15 crianças. 

 

Os bastidores da organização de um evento

Do RSVP à quantidade de bebidas são inúmeras as dúvidas

 

Que anfitrião nunca se preocupou pensando na quantidade de bebidas comprada para a festa? Ou então se indagou quantos convidados de fato compareceriam ao evento? Estas são perguntas recorrentes, mas que especialistas no assunto respondem com tranquilidade e garantem - planejamento faz a diferença. Esta é a dica da gerente do Buffet Nani Carvalho, a empresária Lígia Hartmann, que comanda os bastidores das festas mais badaladas de Curitiba no Castelo do Batel

>>O que é preciso para que uma comemoração seja considerada A festa?

Ela comenta que um dos grandes motivos de preocupação é a quebra no número de convidados, "nos casamentos os noivos entregam os convites em mãos e geralmente recebem na hora a confirmação de presença. Neste momento, a quebra chega a 20%. Na semana do evento, em torno de 5% declinam o convite", explica Lígia. Em festas corporativas, este número pode chegar a 30%. 

>>Encontre Buffet em Curitiba e RMC!

A gerente do Buffet completa, "eventos empresariais costumam ter maior aceitação quando realizados no final da tarde, após o expediente; os sociais devem iniciar até as 20h, com o coquetel seguido de um jantar". 

Para o sucesso dos eventos Lígia recomenda o RSVP, o conhecido Répondez S'il Vous Plaît, aliado ao serviço de cerimoniais, que entram em contato com cada convidado com o objetivo de confirmar as presenças, "nada mais desagradável do que chegar a uma festa e não encontrar um lugar disponível para sentar-se ou, no caso de quem a organiza, não poder programar a quantidade de refeições a serem servidas", explica.

Quantidade de bebidas por convidado 

Cada bebida tem uma aceitação do público e é consumida de uma forma diferente. Lígia Hartmann recomenda que em um coquetel o anfitrião disponibilize champanhe e opção de suco, refrigerante e água. "A variedade das bebidas é escolhida de acordo com o perfil dos convidados e do cardápio que será servido para uma combinação mais criteriosa", orienta a gerente do Buffet Nani Carvalho. 

>>Bebidas para a sua festa aqui!

A recomendação de quantidade de bebidas segue o seguinte padrão: uma garrafa de uísque para dez pessoas; uma garrafa de espumante para duas pessoas (o espumante seco pode ser para três pessoas); uma garrafa de vinho tinto para até quatro pessoas e uma garrafa de vinho branco para oito pessoas.

De CASA E JARDIMEVENT
 
 
 

Notícias

Organização de Eventos Curitiba

Dicas para um jantar formal perfeito

Detalhes da mesa - agora várias dicas de uma única vez!

 

Volte e meia nós apresentamos algumas listagens em cima de alguns temas, e a contagem nunca é alta. É TOP 10 aqui, um “cinco melhores” ali ou mesmo “sete dicas...” de alguma coisa!



Os seus jantares costumam ter uma mesa organizada?

::Taças novas
::Vinho certo
::Cerimonial
::Buffet

Desta vez, a lista será maior. BEM maior... 
Com vocês, as 23 melhores dicas para jantares formais! 

1. Para o almoço, flores e frutas ornamentam com perfeição o arranjo da mesa. 

2. Servindo Champanhe durante um jantar formal não há necessidade de outro vinho. 

3. Saleiros pequenos ficam ao lado dos copos. 

4. O garfo especial para salada fica ao lado do garfo da carne. 

5. Nos almoços de cerimônia, o coquetel de camarão ou lagosta deve estar servido quando os convidados tomam assento à mesa. 

6. O guardanapo é colocado sobre o prato, quando não há serviço antecipado. Havendo, coloca-se o guardanapo do lado esquerdo, à esquerda dos garfos. 




7. Em reuniões de cerimônia não se colocam cinzeiros à mesa. 

8. Os garfos especiais para ostras serão colocados ao lado das facas. 

9. Lavandas são trazidas na hora em que se servem a sobremesa e colocadas no lugar 
do pratinho de pão. 

10. O sorvete é sempre o último a ser servido. 

11. Nunca sirva frios em um jantar.

12. Para encerrar a parte salgada da refeição servem-se queijos tipo Europeu com pão e manteiga. 



13. Só se servem doces depois dos queijos e das frutas. 

14. Ostras são sempre o primeiro prato, mesmo havendo sopa. Serve-se com pão preto e manteiga. 

15. Peixe abre o menu quando não há sopa ou ostras. 

16. Servem-se os pratos na seguinte ordem: 
Ostras - Sopa - Peixe - Carne - Salada - Queijos - Doces - Frutas - Licor - Café. 

17. É de bom tom enxugar os lábios antes de levar o copo a boca. 

18. A faca sempre com a mão direita sem que o dedo toque na lâmina. 

19. O garfo é usado na mão esquerda, quando a direita estiver ocupada com a faca. Ele também pode também ser usado com a mão direita, quando o que se come não necessita ser cortado. 

20. Quando se toma sopa a colher é sempre usada com a mão direita. No caso de haver um pedaço de carne que se deseja cortar, usar o garfo na mão esquerda para ajudar a colher a cumprir sua função. 

21. O macarrão deve ser enrolado com o garfo ajudado pela colher ou cortado com o garfo. 



22. Os copos em geral são três, dispostos da esquerda para a direita. Iniciando do maior para a água, o médio para o vinho tinto e o menor para o vinho branco - entre os dois últimos cabe a taça para champanha, quando ela é servida. 

23. Só em casos de doença é que se recusa o vinho, mesmo assim só em jantares menos formais. 

Imagens: Sxc

FONTE: GARÇONETES E COPEIRAS

Comentários

Maria Madalena Gomes Dutra

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Oi gostei de tudo e aprendi um pouco mais gosto de trabalhar nesta area a um desgaste e muito bom quando tudo termina e gostam de tudo triste e quando acontece algo inesperado que marca na gente eu fui marcada sempre dando tudo certo derrepenti tive um desfalque na minha conta puserem fogo na minha loja fiquei sem saida mas nao consegui me recuperar ainda porque nao coloquei tudo que a noiva esperava por parceria nao cumprir comigo e nao consegui ate pagar nem receber de quem me devia meu lamento me desculpem

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A rigor roupas de aluguel para cerimônias religiosas tais como ternos e smokings para festa judaica e outros eventos da comunidade. Primeiro aluguel para os mais tradicionais.

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